<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
<rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" >
   <channel>
    <atom:link href="http://jcrimeia.webnode.com.br/rss/cronicas-do-crimeia.xml" rel="self" type="application/rss+xml" />
      <title><![CDATA[Crônicas do Criméia - jcrimeia.webnode.com.br]]></title>
      <link>http://jcrimeia.webnode.com.br</link>
      <language>pt</language>
      <pubDate>Thu, 28 Apr 2011 16:19:00 +0100</pubDate>
      <lastBuildDate>Thu, 28 Apr 2011 16:19:00 +0100</lastBuildDate>
      <category><![CDATA[Crônicas do Criméia]]></category>
      <docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs>
      <generator>Webnode</generator>
      <item>
         <title><![CDATA[As Vacas Mandiocas]]></title>
         <link>http://jcrimeia.webnode.com.br/news/as-vacas-mandiocas/</link>
         <description><![CDATA[&#160;&#160;Aqui em frente à rua onde moro tinha um pasto de cavalo, de égua, de burro, de jegue. Tinha até vaca leiteira andando nas ruas do Criméia Leste. As vacas eram do seu João chapéu e os outros animais eram de todos os carroceiros deste setor. Eu vim morar aqui no Criméia em 1973 e aqui era um deserto danado. Não tinha luz nas ruas e não tinha nem água encanada e nem asfalto e quase mais nada. E era um deserto. Por isso que eu vim morar aqui. Mesmo assim passava muita gente a pé aqui em...]]></description>
         <pubDate>Thu, 28 Apr 2011 16:19:00 +0100</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://jcrimeia.webnode.com.br/news/as-vacas-mandiocas/</guid>
         <category><![CDATA[Crônicas do Criméia]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[A turma do palito.]]></title>
         <link>http://jcrimeia.webnode.com.br/news/a-turma-do-palito-/</link>
         <description><![CDATA[&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Penso que era assim: um a um eles íam chegando. O primeiro anunciava sua presença, sentava e tomava uma cerveja ou uma cachaça, ou os dois. Enquanto os amigos não apareciam, passava o tempo tamborilando na mesa, assoviando, cumprimentando os vizinhos, obervando o menino que esgaravatava a terra ou outra cena típica de um bairro qualquer. Instantes depois, surge mais um... E mais outro e mais outros... Todos conhecidos há...]]></description>
         <pubDate>Thu, 28 Apr 2011 16:11:00 +0100</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://jcrimeia.webnode.com.br/news/a-turma-do-palito-/</guid>
         <category><![CDATA[Crônicas do Criméia]]></category>
      </item>
      <item>
         <title><![CDATA[ O homem que assustava.]]></title>
         <link>http://jcrimeia.webnode.com.br/news/cronicas-do-crimeia-o-homem-que-assustava-/</link>
         <description><![CDATA[&#160;
Penso que era assim: contava ainda poucos anos de vida quando retornei ao Criméia. Nasci aqui, mas minha família mudou logo depois pra Nova Vila. Ao voltarmos, tinha eu pouco mais que os dedos da palma de uma mão de idade. Mas era o suficiente pra guardar na memória aquele ar poeirento, que de tanto respirar deixavam enrijecido os cabelos do nariz. Acompanhei todo o processo do sumiço dessa poeira, a terra sendo escavadas, as manilhas gigante onde se brincava antes de serem enterradas....]]></description>
         <pubDate>Thu, 28 Apr 2011 16:01:00 +0100</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://jcrimeia.webnode.com.br/news/cronicas-do-crimeia-o-homem-que-assustava-/</guid>
         <category><![CDATA[Crônicas do Criméia]]></category>
      </item>
   </channel>
</rss>